Varejo na região de Bauru volta a gerar vagas com carteira assinada após três meses de saldo negativo

O comércio varejista na região de Bauru voltou a criar vagas com carteira assinada em abril após três meses de saldo negativo. No quarto mês do ano, 40 postos de trabalho formais foram abertos, resultado de 2.776 admissões contra 2.736 desligamentos. No acumulado de 12 meses, 501 novos vínculos empregatícios foram criados. Com isso, o setor encerrou o período com estoque ativo de 74.374 trabalhadores formais, alta de 0,7% em relação ao mesmo mês de 2017.

As informações são da Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP Varejo), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), elaborada com base nos dados do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e do impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, obtido com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Das nove atividades analisadas, três apresentaram queda no estoque de trabalhadores em abril, na comparação com o mesmo período do ano passado, com destaque para lojas de móveis e decoração (-2,4%) e outras atividades (-2%). Por outro lado, os destaques positivos foram: farmácias e perfumarias (2,3%); e supermercados (1,9%).

O mercado de trabalho do comércio varejista no Estado de São Paulo voltou a abrir novos postos de trabalho após três meses de saldo negativo. Em abril, foram criados 2.340 empregos formais, resultado de 77.179 admissões e 74.839 desligamentos. Assim, o setor encerrou o mês com um estoque de 2.063.079 vínculos empregatícios, crescimento de 0,4% em relação ao mesmo período de 2017.

No acumulado de 12 meses, 8.995 empregos com carteira assinada foram gerados, revertendo o cenário negativo observado nos dois anos anterioresNo comparativo anual, quatro das nove atividades analisadas registraram crescimento do estoque de empregados, com destaque para os segmentos de farmácias e perfumarias e de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (ambos com elevação de 2,9%); e de autopeças e acessórios (1,1%). Por outro lado, as lojas de móveis e decoração (-1,5%) e as lojas de vestuário, tecidos e calçados (-0,9%) apontaram as maiores quedas na mesma base comparativa.

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, tradicionalmente, o varejo registra mais desligamentos do que admissões no início de cada ano, e, em 2018, esse cenário não foi diferente. Vale ressaltar, porém, que as 26.130 vagas encerradas no primeiro quadrimestre representam o menor saldo negativo para o período desde 2013.

Fonte: Assessoria de imprensa FecomercioSP/ crédito da foto: reprodução da internet

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